Publicado no DOU em 23 set 2026
Divulga a revisão dos descritores mínimos para proteção de cultivares de alface (Lactuca sativa L.), com atualização das instruções para ensaios de distinguibilidade, homogeneidade e estabilidade.
Em cumprimento ao disposto no § 2°, do art. 4º, da Lei n° 9.456, de 25 de abril de 1997, e no inciso III, do art. 3°, do Decreto nº 2.366, de 5 de novembro de 1997, e o que consta do Processo 21000.074460/2026-91, o Serviço Nacional de Proteção de Cultivares divulga, para fins de proteção de cultivares de ALFACE (Lactuta sativa L.), a revisão dos descritores mínimos definidos na forma do Anexo.
O formulário estará disponível aos interessados pela internet no endereço: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/insumos-agropecuarios/insumos-agricolas/protecao-de-cultivar/olericolas.
STEFÂNIA PALMA ARAUJO
Coordenadora
ANEXO - INSTRUÇÕES PARA A EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE ALFACE (Lactuta sativa L.).
I. OBJETIVO
1. Estas instruções visam estabelecer diretrizes para as avaliações de distinguibilidade, homogeneidade e estabilidade (DHE), a fim de uniformizar o procedimento técnico de comprovação de que a cultivar apresentada é distinta de outra(s) cujos descritores sejam conhecidos, é homogênea quanto às suas características dentro de uma mesma geração e é estável quanto à repetição das mesmas características ao longo de gerações sucessivas. Aplicam-se às cultivares de ALFACE (Lactuta sativa L.).
II. AMOSTRA VIVA
1. Para atender ao disposto no Artigo 22 e seu parágrafo único da Lei 9.456, de 25 de abril de 1997, o requerente do pedido de proteção obrigar-se-á a apresentar ao SNPC:
- 50 g de sementes como amostra de manipulação e exame (enviar ao SNPC);
- 50 g de sementes como germoplasma (enviar ao SNPC); e
- 100 g de sementes mantidas pelo obtentor.
2. A amostra viva deverá apresentar vigor e boas condições fitossanitárias. No caso de cultivares propagadas por sementes, a amostra viva deverá atender aos critérios estabelecidos nas Regras de Análise de Sementes - R.A.S.
3. A amostra viva deverá estar isenta de tratamento que afete a expressão das características da cultivar, salvo em casos especiais, devidamente justificados. Nesse caso, o tratamento deverá ser detalhadamente descrito.
4. A amostra viva deverá ser disponibilizada ao SNPC após a obtenção do Certificado de Proteção. Entretanto, sempre que durante a análise do pedido for necessária a apresentação da amostra para confirmação de informações, a mesma deverá ser disponibilizada.
5. As amostras vivas de cultivares de obtentores nacionais ou estrangeiros deverão ser mantidas no Brasil.
III. EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE - DHE
1. Os ensaios deverão ser realizados por, no mínimo, dois ciclos independentes de cultivo, em condições ambientais similares, os quais devem corresponder a duas semeaduras separadas.
2. Os ensaios deverão ser conduzidos em um único local. Caso nesse local não seja possível a visualização de todas as características da cultivar, a mesma poderá ser avaliada em outro local.
3. Os ensaios de campo deverão ser conduzidos em condições que assegurem o desenvolvimento normal das plantas. O tamanho das parcelas deverá ser tal que as plantas ou partes de plantas possam ser retiradas para medições e contagens, sem prejuízo das observações que poderão ser feitas no final do ciclo de cultivo.
4. Os métodos recomendados para observação das características são indicados na primeira coluna da Tabela de Descritores Mínimos, segundo a legenda abaixo:
- MG: mensuração única de um grupo de plantas ou partes de plantas;
- MI: mensuração de um número de plantas ou parte de plantas, individualmente;
- VG: avaliação visual única de um grupo de plantas ou partes de plantas; e
- VI: avaliação visual de determinado número de plantas ou suas partes, individualmente.
5. Cada ensaio deverá incluir, no mínimo, 60 plantas, divididas em duas ou mais repetições.
6. Distinguibilidade
6.1. A menos que indicado outro modo, para avaliação da distinguibilidade, as observações deverão ser realizadas em, no mínimo, 20 plantas ou partes retiradas de cada uma das 20 plantas.
6.2. Para a descrição da cultivar as avaliações deverão ser realizadas nas plantas com expressões típicas, sendo desconsideradas aquelas com expressões atípicas.
7. Homogeneidade
7.1. Para a avaliação da homogeneidade deverá ser aplicada uma população padrão de 1% com uma probabilidade de aceitação de, pelo menos, 95%. No caso de uma amostra com 60 plantas, será permitido, no máximo, 2 plantas atípicas.
8. Estabilidade
8.1 Na prática, a análise da estabilidade costuma ser realizada juntamente com a análise de homogeneidade. É considerada estável a cultivar que mantem sua homogeneidade através de gerações sucessivas.
8.2 Quando apropriado ou em caso de dúvidas, a estabilidade pode ser avaliada testando um novo lote de sementes, a fim de confirmar que as mesmas características do lote inicial continuem sendo expressas.
9. Testes adicionais para fins especiais poderão ser estabelecidos.
10. É necessário anexar ao formulário, fotografias representativas de partes da planta. No caso de cultivar introduzida no Brasil que apresentar alterações das características devido às diferentes condições ambientais, sempre que as mesmas possam ser demonstradas por fotografias, estas deverão ser anexadas.
IV. CARACTERÍSTICAS AGRUPADORAS
1. Características agrupadoras são aquelas nas quais os níveis de expressão observados, mesmo quando obtidos em diferentes locais, podem ser usados para a organização do ensaio de DHE, individualmente ou em conjunto com outras características, para selecionar:
a) cultivares cuja existência seja reconhecida que possam ser excluídas do ensaio; e
b) cultivares similares que possam ser plantadas agrupadas.
2. As seguintes características são consideradas úteis como características agrupadoras:
a) Semente: cor (característica 1);
b) Folha: pigmentação antocionínica (característica 11);
c) Ciclo até a emissão do pendão (característica 35);
d) Resistência à Bremia lactucae (Bl) Isolado Bl: 29EU (característica 38).
Em uma primeira etapa, as cultivares devem ser divididas de acordo com os tipos descritos nas Tabelas 1 e 2. Em caso de dúvida sobre a qual categoria uma variedade pertence, ela deve ser testada levando-se em consideração todos os tipos relevantes. Os diferentes tipos de alface são explicados no item X, subitem 3.
Tabela 1
|
Tipo |
Cultivar exemplo |
Planta: grau de sobreposição da parte superior das |
Folha: número de divisões (Car. 6) |
Folha: espessura (Car. 17) |
|
Folhas (Car. 3) |
||||
|
Tipo Bola de manteiga |
Clarion, Maikönig, Sartre |
médio a forte |
ausente ou muito baixo |
fina a grossa |
|
Tipo Novita |
Norvick |
ausente ou fraco |
ausente ou muito baixo |
fina a média |
|
Tipo Americana |
Great Lakes 659, Roxette, Saladin, Vanguard 75 |
forte |
ausente ou muito baixo |
grossa |
|
Tipo Batávia |
Aquarel, Curtis, Funnice, Felucca, Grand Rapids, Masaida, |
ausente ou fraco a forte |
ausente ou muito baixo |
média a grossa |
|
Visyon |
||||
|
Tipo Frisada |
Bijou, Blonde à couper améliorée |
ausente ou fraco |
ausente ou muito baixo |
fina |
|
Tipo Lollo |
Lollo rossa, Revolution |
ausente ou fraco |
ausente ou muito baixo |
fina |
|
Tipo Mimosa |
Catalogna, Kipling, Muraï, Salad Bowl |
ausente ou fraco |
baixo a alto |
fina |
|
Tipo Folhas multi-recortadas |
Curletta, Duplex, Jadigon, Rodagio |
ausente ou fraco |
médio a muito alto |
fina |
|
Tipo Frillice |
Frilett |
ausente ou fraco |
ausente ou muito baixo |
grossa |
|
Tipo Romana |
Actarus, Blonde maraîchère, Pinokkio |
ausente ou fraco a médio |
ausente ou muito baixo |
média a grossa |
|
Tipo Mini-romana |
Craquerelle du Midi, Sucrine, Xanadu |
ausente ou fraco a médio |
ausente ou muito baixo |
média a grossa |
|
Tipo Caule |
Celtuce, Guasihong |
ausente ou fraco |
ausente ou muito baixo |
fina a média |
Tabela 2
|
Tipo |
Cultivar exemplo |
Folha: ondulação da margem (Car. 20) |
Folha: venação (Car. 25) |
Somente cultivares com: Planta: grau de sobreposição da parte |
|
superior das folhas: médio ou forte: Cabeça: |
||||
|
formato em seção longitudinal (Car. 27) |
||||
|
Tipo Bola de manteiga |
Clarion, Maikönig, Sartre |
ausente a fraca |
não flabelada |
circular ou achatado estreito |
|
Tipo Novita |
Norvick |
muito fraca a média |
flabelada |
|
|
Tipo Americana |
Great Lakes 659, Roxette, Saladin, Vanguard 75 |
ausente a média |
flabelada |
circular ou achatado estreito |
|
Tipo Batávia |
Aquarel, Curtis, Funnice, Felucca, Grand Rapids, Masaida, |
fraca a muito forte |
flabelada |
elíptico largo, circular ou achatado estreito |
|
Visyon |
||||
|
Tipo Frisada |
Bijou, Blonde à couper améliorée |
ausente a forte |
flabelada, não flabelada ou semiflabelada |
|
|
Tipo Lollo |
Lollo rossa, Revolution |
forte a muito forte |
flabelada |
|
|
Tipo Mimosa |
Catalogna, Kipling, Muraï, Salad Bowl |
ausente a fraca |
Flabelada, não flabelada ou semiflabelada |
|
|
Tipo Folhas multi-recortadas |
Curletta, Duplex, Jadigon, Rodagio |
fraca a muito forte |
flabelada |
|
|
Tipo Frillice |
Frilett |
fraca a forte |
flabelada |
|
|
Tipo Romana |
Actarus, Blonde maraîchère, Pinokkio |
ausente a fraca |
não flabelada |
elíptico estreito |
|
Tipo Mini-romana |
Craquerelle du Midi, Sucrine, Xanadu |
ausente a fraca |
não flabelada |
elíptico largo, circular ou achatado estreito |
|
Tipo Caule |
Celtuce, Guasihong |
ausente a fraca |
não flabelada |
V. SINAIS CONVENCIONAIS
(a) - (b), (+) e (#): ver item X "OBSERVAÇÕES E FIGURAS";
MG, MI, VG e VI: ver item III, 4;
QL: Característica qualitativa;
QN: Característica quantitativa; e
PQ: Característica pseudo-qualitativa.
VI. NOVIDADE E DURAÇÃO DA PROTEÇÃO
1. A fim de satisfazer o requisito de novidade estabelecido no inciso V, art. 3º, da Lei nº 9.456, de 1997, para poder ser protegida, a cultivar não poderá ter sido oferecida à venda no Brasil há mais de doze meses em relação à data do pedido de proteção e, observado o prazo de comercialização no Brasil, não poderá ter sido oferecida à venda ou comercializada em outros países, com o consentimento do obtentor, há mais de 4 anos.
2. Conforme estabelecido pelo artigo 11 da Lei n0 9.456, de 1997, a proteção da cultivar vigorará pelo prazo de 15 (quinze) anos, a partir da data de concessão do Certificado Provisório de Proteção.
VII. INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA TABELA DE DESCRITORES
1. Ver formulário na internet.
2. Para solicitação de proteção de cultivar, o interessado deverá apresentar, além deste, os demais formulários disponibilizados pelo SNPC.
3. Todas as páginas deverão ser rubricadas pelo Requerente ou Representante Legal e pelo Responsável Técnico. Serão aceitas assinaturas eletrônicas, desde que realizadas com o uso da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), nos termos da legislação vigente, e que permitam a verificação da sua autenticidade e integridade.
VIII. TABELA DE DESCRITORES MÍNIMOS DE ALFACE (Lactuta sativa L.).
Denominação proposta para a cultivar:
|
Característica |
Identificação da característica |
Código de cada descrição |
|
1. Semente: cor PQ VG |
branca amarela marrom preta |
1 2 3 4 |
|
2. Planta: diâmetro QN MI (a) |
muito pequeno pequeno médio grande muito grande |
1 3 5 7 9 |
|
3. Planta: grau de sobreposição da parte superior das folhas QN VG (a) (+) (#) |
ausente ou fraco médio forte |
1 2 3 |
|
4. Somente cultivares com: Planta: grau de sobreposição da parte superior das folhas: ausente ou fraco: Planta: número de folhas QN MI (a) (+) |
baixo médio alto |
3 5 7 |
|
5. Folha: porte QN VG (b) (+) |
ereto semiereto horizontal |
1 3 5 |
|
6. Folha: número de divisões QN MI (b) (+) |
ausente ou muito baixo baixo médio alto muito alto |
1 3 5 7 9 |
|
7. Somente cultivares com: Folha: número de divisões: ausente ou muito baixo: Folha: formato PQ VG (b) (+) |
triangular lanceolado achatado médio achatado estreito circular |
1 2 3 4 5 |
|
elíptico largo elíptico médio elíptico largo linear rômbico largo |
6 7 8 9 10 |
|
|
obovado oblanceolado |
11 12 |
|
|
8. Somente cultivares com: Folha: número de divisões: ausente ou muito baixo: Folha: formato do ápice PQ VG (b) (+) |
agudo obtuso arredondado obcordiforme |
1 2 3 4 |
|
9. Somente cultivares com: Folha: número de divisões: ausente ou muito baixo: Folha: seção longitudinal QN VG (b) (+) |
côncava plana convexa |
1 3 5 |
|
10. Somente cultivares tipo "Oakleaf": Folha: largura dos lóbulos QN MI (b) (+) |
estreita média larga |
3 5 7 |
|
11. Folha: pigmentação antocianínica QN VG (b) |
ausente ou muito fraca fraca média forte muito forte |
1 3 5 7 9 |
|
12. Folha: tonalidade da pigmentação antocianínica PQ VG (b) |
avermelhada arroxeada amarronzada |
1 2 3 |
|
13. Folha: área coberta pela pigmentação antocianínica QN VG (b) (+) |
muito pequena pequena média grande muito grande |
1 3 5 7 9 |
|
14. Folha: cor PQ VG (b) (+) (#) |
verde verde-amarelada verde-acinzentada |
1 2 3 |
|
15. Folha: intensidade da cor verde QN VG (b) (+) |
muito clara clara média escura muito escura |
1 3 5 7 9 |
|
16. Folha: brilho da face superior QN VG (b) |
ausente ou muito fraco fraco médio forte muito forte |
1 3 5 7 9 |
|
17. Folha: espessura QN VG (b) |
muito fina fina média grossa muito grossa |
1 2 3 4 5 |
|
18. Folha: abaulamento entre as nervuras QN VG (b) |
ausente ou muito fraco fraco médio forte muito forte |
1 3 5 7 9 |
|
19. Somente cultivares com presença de abaulamento entre as nervuras: Folha: tamanho do abaulamento QN VG/VI (b) (+) |
pequeno médio grande |
3 5 7 |
|
20. Folha: ondulação da margem QN VG/VI (b) (+) |
ausente ou muito fraca fraca média forte muito forte |
1 3 5 7 9 |
|
21. Folha: tipo de incisões na margem PQ VG (b) (+) |
crenada dentada regulamente dentada irregularmente bidentada tridentada |
1 2 3 4 5 |
|
22. Folha: profundidade das incisões na margem QN VG (b) (+) |
ausente ou pouco profunda pouco profunda média profunda muito profunda |
1 3 5 7 9 |
|
23. Somente cultivares com: Folha: tipo de incisões na margem: irregularmente dentada, bi ou tridentada: Folha: profundidade das incisões secundárias na margem |
pouco profunda média profunda |
3 5 7 |
|
QN VG (b) (+) |
||
|
24. Folha: densidade das incisões na margem QN VG (b) (+) |
muito esparsa esparsa média densa muito densa |
1 3 5 7 9 |
|
25. Folha: venação QN VG (b) (+) |
não flabelada semi-flabelada flabelada |
1 2 3 |
|
26. Somente cultivares com: Planta: grau de sobreposição da parte superior das folhas: médio ou forte: Cabeça: tamanho QN VG (a) |
muito pequeno pequeno médio grande muito grande |
1 3 5 7 9 |
|
27. Somente cultivares com: Planta: grau de sobreposição da parte superior das folhas: médio ou forte: Cabeça: formato em seção longitudinal QN VG (a) (+) |
elíptico estreito elíptico largo circular achatado estreito |
1 2 3 4 |
|
28. Somente cultivares com: Planta: grau de sobreposição da parte superior das folhas: médio ou forte: Cabeça: densidade QN VG (a) |
esparsa média densa muito densa |
3 5 7 9 |
|
29. Somente cultivares com caule: Caule: comprimento QN MI (a) (+) |
curto médio longo |
3 5 7 |
|
30. Somente cultivares com caule: Caule: largura QN MI (a) (+) |
estreita média larga |
1 2 3 |
|
31. Somente cultivares caule: Caule: formato em seção longitudinal PQ VG (a) (+) |
cilíndrico cônico fusiforme |
1 2 3 |
|
32. Somente cultivares caule: Caule: cor PQ VG (a) |
verde-esbranquiçada verde clara verde média roxa-esverdeada vermelha-arroxeada |
1 2 3 4 5 |
|
33. Somente cultivares caule: Caule: cor da medula PQ VG (a) |
branca-amarelada verde-esbranquiçada verde clara verde média verde escura |
1 2 3 4 5 |
|
34. Somente cultivares com: Planta: grau de sobreposição da parte superior das folhas: médio ou forte: Ciclo até a maturação QN MG |
muito precoce precoce médio tardio muito tardio |
1 3 5 7 9 |
|
35. Ciclo até a emissão do pendão QN MG |
muito precoce precoce médio tardio muito tardio |
1 3 5 7 9 |
|
36. Brotação axilar QN VG (+) |
ausente ou fraca média forte |
1 2 3 |
|
37. Pendão floral: fasciação QN VG (+) |
ausente ou muito fraca fraca média forte muito forte |
1 3 5 7 9 |
|
Características adicionais(*) |
||
|
Característica |
Identificação da característica |
Código de cada descrição |
|
38. Resistência à Bremia lactucae (Bl) Isolado Bl: 29EU QL VG (+) |
ausente presente |
1 2 |
|
39. Resistência à Bremia lactucae (Bl) Isolado Bl: 30EU QL VG (+) |
ausente presente |
1 2 |
|
40. Resistência à Bremia lactucae (Bl) Isolado Bl: 31EU QL VG (+) |
ausente presente |
1 2 |
|
41. Resistência à Bremia lactucae (Bl) Isolado Bl: 33EU QL VG (+) |
ausente presente |
1 2 |
|
42. Resistência à Bremia lactucae (Bl) Isolado Bl: 35EU QL VG (+) |
ausente presente |
1 2 |
|
43. Resistência à Bremia lactucae (Bl) Isolado Bl: 36EU QL VG (+) |
ausente presente |
1 2 |
|
44. Resistência à Lettuce mosaic virus (LMV) Patótipo II QL VG (+) |
ausente presente |
1 2 |
|
45. Resistência à Nasonovia ribisnigri (Nr) Biotipo N°: 0 QL VG (+) |
ausente presente |
1 2 |
|
46. Resistência à Fusarium oxysporum f.sp. lactucae (Fol) Raça 1 QL VG (+) |
ausente ou muito baixa média alta |
1 2 3 |
|
47. Resistência à Fusarium oxysporum f.sp. lactucae (Fol) Raça 4 QL VG (+) |
ausente ou muito baixa média alta |
1 2 3 |
*A apresentação das características adicionais não é obrigatória, entretanto, essas características poderão ser consideradas para diferenciação, caso a avaliação das outras características da Tabela de Descritores Mínimos não seja suficiente. Assim, sugere-se a apresentação dessas informações sempre que o obtentor tiver a possibilidade de avaliá-las.
IX. TABELA DE MEDIDAS ABSOLUTAS PARA CARACTERÍSTICAS MENSURADAS DA CULTIVAR CANDIDATA E DAS MAIS PARECIDAS**
|
Médias observadas Característica |
Cultivar Candidata |
Cultivar |
Cultivar |
|
2. Planta: diâmetro |
_____ cm |
_____ cm |
_____ cm |
|
4. Somente cultivares com: Planta: grau de sobreposição da parte superior das folhas: ausente ou fraco: Planta: número de folhas |
_____ n° |
_____ n° |
_____ n° |
|
6. Folha: número de divisões |
_____ n° |
_____ n° |
_____ n° |
|
10. Somente cultivares tipo "Oakleaf": Folha: largura dos lóbulos |
_____ mm |
_____ mm |
_____ mm |
|
29. Somente cultivares com Caule: Caule: comprimento |
_____ cm |
_____ cm |
_____ cm |
|
30.Somente cultivares com Caule:Caule: largura |
_____ cm |
_____ cm |
_____ cm |
|
34. Somente cultivares com: Planta: grau de sobreposição da parte superior das folhas: médio ou forte: Ciclo até a maturação |
_____dias |
_____dias |
_____dias |
|
35. Ciclo até a emissão do pendão |
_____dias |
_____dias |
_____dias |
**Preenchimento obrigatório quando o teste de DHE tiver sido conduzido pelo próprio obtentor.
X. OBSERVAÇÕES E FIGURAS
1. Explanações relativas a diversas características
1.1. As características contendo as letras a seguir na primeira coluna da Tabela de Descritores Mínimos deverão ser avaliadas como indicado abaixo:
(a) Planta, cabeça e caule: As observações deverão ser feitas no ponto de colheita. Para cultivares com grau de sobreposição da parte superior das folhas ausente ou fraca, as observações deverão ser feitas pouco antes da deterioração e antes da emissão do pendão.
(b) Folha: Para cultivares com grau de sobreposição da parte superior das folhas média ou forte, as observações deverão ser feitas nas folhas externas maiores, no ponto de colheita. Para cultivares com grau de sobreposição da parte superior das folhas ausente ou fraca, as observações deverão ser feitas nas folhas maiores, pouco antes da deterioração e antes da emissão do pendão. Para cultivares com caule, as observações deverão ser feitas nas folhas do terço médio do caule, pouco antes da deterioração e antes da emissão do pendão.
2. Explanações e, ou figuras relativas a características específicas
2.1. Para as características contendo a indicação (#) na primeira coluna da Tabela de Descritores Mínimos, apresentar fotografias ilustrativas coloridas com resolução de pelo menos 300 dpi.
2.2. As características contendo a indicação (+) na primeira coluna da Tabela de Descritores Mínimos deverão ser avaliadas conforme as orientações ou figuras do formulário na internet.
XI. BIBLIOGRAFIA
1. União Internacional para Proteção das Obtenções Vegetais (UPOV), TG/13/11 Rev. 4, Genebra, 2011. Disponível em: https://www.upov.int/documents/d/upov/tg-documents-en-tg013.pdf. Acesso em: 20 de fevereiro de 2026.