Instrução Normativa SEMAD Nº 17 DE 26/05/2026


 Publicado no DOE - GO em 28 mai 2026


Fixa o período de defeso no Estado de Goiás, institui a cota zero de transporte de pescado em todas as bacias hidrográficas do Estado e dá outras providências.


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A SECRETÁRIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, no uso de suas atribuições legais, nos termos do art. 40, § 1º, da Constituição do Estado de Goiás, dos arts. 48 e 76 da Lei estadual nº 21.792, de 16 de fevereiro de 2023, do art. 68 do Decreto estadual nº 10.464, de 7 de maio de 2024, e do disposto no Processo SEI nº 202600017007978, resolve:

CAPÍTULO I - DAS DEFINIÇÕES E DO OBJETO

Art. 1º Para efeito desta Instrução Normativa, considera-se:

I - bacia hidrográfica do rio: o rio propriamente dito, seus formadores, afluentes, lagos, lagoas marginais, reservatórios e demais coleções de água;

II - lagoas marginais: as áreas de alagados, alagadiços, lagos, banhados, canais ou poços que recebem águas dos rios ou de outras lagoas em caráter permanente ou temporário;

III - pesca: a ação ou o ato tendente a capturar ou extrair a fauna associada ao meio aquático suscetível ou não de aproveitamento com finalidade econômica ou social;

IV - pesca amadora: praticada com a finalidade de lazer ou recreação, autorizada pelo órgão competente;

V - pesca de subsistência: praticada por pessoa em situação de vulnerabilidade social, com a utilização de petrechos simples ou artesanais, ausência de equipamentos típicos de atividade comercial, em atividade pontual ou de pequena intensidade, e destinada ao consumo da família;

VI - pesca científica: praticada para fins de pesquisa, por técnico ou cientista devidamente autorizado;

VII - pesca esportiva: praticada com fins de lazer e esporte, distinguindo-se da amadora, pelo sistema "pesque e solte", praticada somente com anzóis sem fisga;

VIII - pesca conduzida: atividade conduzida por guia especializado, responsável por orientar e acompanhar pescadores durante a prática da pesca;

IX - pesca subaquática: exercida em meio subaquático, através de espingarda de mergulho, vedada a utilização de aparelhos de respiração artificial, por pescador filiado a uma associação de pesca subaquática;

X - pesca ornamental: praticada com fins de coleta e comercialização de espécies de interesse ornamental, por meio de equipamentos específicos autorizados;

XI - defeso: a paralisação temporária da pesca para a preservação da espécie, tendo como motivação a reprodução e/ou recrutamento, bem como paralisações causadas por fenômenos naturais ou acidentes;

XII - ceva: estratégia de atração do peixe pela disposição contínua de alimento em um determinado local de pesca;

XIII - espécie exótica ou alóctone: espécie, táxon ou híbrido interespecífico introduzido fora de sua área de distribuição natural; e

XIV - consumo local: o consumo do pescado a ser realizado no local onde ele foi capturado, ou seja, no barco, acampamento, rancho, barranco, barco hotel, cidade ribeirinha, sendo proibido o transporte rodoviário do pescado.

Art. 2º Fica fixada, pelo período de 4 (quatro) anos a partir da publicação desta Instrução Normativa, a cota zero para o transporte de pescado no Estado de Goiás, sendo proibido o transporte rodoviário do pescado em todas as bacias hidrográficas, nas seguintes modalidades:

I - pesca amadora;

II - pesca esportiva;

III - pesca conduzida; e

IV - pesca subaquática.

§ 1º Para efeito desta Instrução Normativa, fica permitida a captura e consumo local de pescado, nas modalidades do caput deste artigo, limitada à quantidade máxima de captura e estocagem de 5 kg (cinco quilogramas) por pescador, por licença de pesca, no local de realização da pesca (barco, acampamento, rancho, barranco, barco hotel e cidade ribeirinha), onde deverão ser respeitados, nos casos de captura e abate, os tamanhos preestabelecidos no Anexo I, bem como o período do defeso.

§ 2º Excetuam-se do previsto no parágrafo anterior as espécies ameaçadas, em conformidade com o disposto na Portaria MMA nº 148, de 7 de junho de 2022, ou naquela que vier a substituí-la; fica estabelecido que qualquer referência a listas de espécies ameaçadas de extinção considerar-se-á automaticamente atualizada mediante a publicação de novas listas nacionais oficiais pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), independentemente de alteração formal deste instrumento.

§ 3º Para efeito de identificação e mensuração durante a fiscalização, o pescado deverá estar inteiro, devendo seus exemplares ser mantidos com cabeça, nadadeiras, escamas, couro e em local de fácil acesso.

Art. 3º Para efeito de fiscalização, cada pescador deverá portar e apresentar um documento de identidade e a Licença de Pesca, nas modalidades estabelecidas no art. 2º, com comprovação do recolhimento da taxa correspondente.

§ 1º Estão isentos do pagamento da taxa de Licença de Pesca, permanecendo obrigatória a obtenção, posse e apresentação da respectiva licença, nas modalidades previstas no art. 2º:

I - aposentados;

II - maiores de 65 anos (homens) e 60 anos (mulheres);

III - indígenas;

IV - quilombolas; e

V - menores de 18 anos.

§ 2º Para todas as categorias citadas no § 1º, será necessária apresentação de documento para comprovação de enquadramento em uma das categorias.

§ 3º Em caso de cometimento de ação lesiva ao meio ambiente por menores de 18 (dezoito) anos, enquadrados na categoria prevista no inciso V, os legítimos responsáveis ficarão sujeitos às sanções legais previstas na legislação específica.

Art. 4º Fica permitida a prática da pesca esportiva em todas as bacias hidrográficas de âmbito estadual, excluindo-se da permissão os locais, métodos ou períodos proibidos em legislação ou normativa específica publicada pelo órgão ambiental estadual.

Art. 5º Ficam permitidos a coleta, o abate e o transporte de espécies exóticas, alóctones e híbridos, conforme listadas no Anexo II, sem restrições de tamanho ou quantidade.

§ 1º O produto da pescaria realizada na forma estabelecida no caput deste artigo não poderá ser comercializado ou industrializado.

§ 2º A permissão para captura e transporte citada no caput deste artigo não isenta o pescador da necessidade de apresentar a Licença de Pesca de acordo com as modalidades previstas no art. 2º.

Art. 6º Ficam sujeitas às normas preestabelecidas nesta Instrução Normativa as entidades de pesca, como clubes, associações, ligas, federações ou qualquer outra forma de organização de pescadores amadores, esportivos ou subaquáticos.

§ 1º As competições de pesca realizadas por entidades de pesca somente poderão ser organizadas por pessoas jurídicas.

§ 2º Os organizadores das competições deverão obter as devidas autorizações para os torneios junto ao órgão competente.

CAPÍTULO II - DOS PETRECHOS DE PESCA

Art. 7º Os petrechos de pesca permitidos, nas modalidades de pesca estabelecidas no art. 2º, são:

I - linha de mão;

II - caniço simples;

III - caniço com molinete ou carretilha; e

IV - espingarda de mergulho, para a categoria de pesca subaquática, exclusivamente para pescadores filiados a associações da modalidade.

§ 1º Fica permitido o uso de equipamentos de suporte ao pescador para contenção do peixe, tais como bicheiro, puçá, alicates e similares, desde que não sejam utilizados para pescar.

§ 2º É vedado o uso de aparelhos de respiração artificial pelo pescador, durante a pesca subaquática.

§ 3º As embarcações utilizadas na pesca ou competições de pesca não poderão portar qualquer tipo de aparelho de ar comprimido ou outros que permitam a respiração artificial subaquática, exceto quando exigido pela autoridade marítima.

§ 4º É vedado, em qualquer modalidade de pesca, o uso de artifícios para a retenção de cardumes, tais como cevas, rações, quireras ou outros meios que venham interromper o ciclo natural da subida dos peixes.

§ 5º Fica proibida a soltura de organismos geneticamente modificados, híbridos, alóctones ou espécies exóticas em ambientes aquáticos naturais no Estado de Goiás.

§ 6º A utilização de espécies alóctones ou exóticas na bacia hidrográfica de realização da pesca como iscas vivas é considerada ato de soltura ou introdução de fauna, sendo proibida.

CAPÍTULO III - DO PERÍODO DE DEFESO

Art. 8º Fica estabelecido como período de defeso anual o intervalo de 1º de novembro a 28 de fevereiro nas bacias hidrográficas dos rios Araguaia/Tocantins, Paranaíba e São Francisco.

Art. 9º É proibida a pesca, em todas as bacias hidrográficas do Estado de Goiás, durante o período de defeso, nas seguintes modalidades:

I - pesca amadora;

II - pesca subaquática;

III - pesca ornamental;

IV - pesca esportiva;

V - pesca de subsistência; e

VI - pesca conduzida.

§ 1º No caso da modalidade de pesca de subsistência constante no inciso V, será permitida, durante o período de defeso, apenas a pesca com a finalidade exclusiva de consumo doméstico, não sendo permitido o seu escambo e a sua venda.

§ 2º Durante o período de defeso, fica estabelecida a cota diária de 5 kg (cinco quilogramas), por pescador, para fins de subsistência, respeitados os tamanhos mínimos e máximos de captura estabelecidos pela legislação para cada espécie.

Art. 10. São permitidas, em âmbito estadual, a pesca esportiva e a pesca conduzida durante o período de defeso, exclusivamente em reservatórios, mediante o uso de linha de mão, vara, linha e anzol, com molinete ou carretilha, com iscas naturais ou artificiais.

Parágrafo único. A prática da pesca esportiva e da pesca conduzida fica condicionada ao sistema de "pesque e solte", com uso exclusivo de anzóis sem fisga, sendo vedada a retenção, o transporte e o consumo de exemplares capturados, que deverão ser imediatamente devolvidos ao corpo hídrico.

Art. 11. No período de defeso fica proibida a realização de competições de pesca tais como torneios, campeonatos e gincanas.

CAPÍTULO IV - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 12. Ficam excluídas das proibições previstas nesta Instrução Normativa:

I - a pesca de caráter científico, previamente autorizada pelo órgão ambiental competente, no âmbito do Estado;

II - a despesca, o transporte, a comercialização, o beneficiamento, a industrialização e o armazenamento do pescado das espécies provenientes de aquiculturas devidamente autorizadas ou licenciadas pelo órgão ambiental competente, com a comprovação de origem, em conformidade com o disposto na Portaria Interministerial MPA/MAPA nº 54, de 9 de abril de 2026; e

III - a pesca com a finalidade de monitoramento ambiental, de controle ou de manejo de espécies, autorizada e supervisionada pelos órgãos competentes.

Art. 13. O trânsito de pescado oriundo de corpos d’água localizados no Estado de Goiás ou em outras unidades da Federação deverá estar acompanhado de documento que comprove sua origem.

§ 1º Quando se tratar de pescado adquirido no comércio, a origem será comprovada por Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, emitida em conformidade com a legislação aplicável.

§ 2º Quando se tratar de pescado proveniente da atividade de pesca, na forma do art. 5º desta Instrução Normativa, a origem será comprovada por licença de pesca válida.

Art. 14. Em caso de descumprimento das normas estabelecidas nesta Instrução Normativa, ficam os infratores sujeitos às sanções previstas na Lei estadual nº 13.025, de 13 de janeiro de 1997, na Lei federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e no Decreto federal nº 6.514, de 22 de julho de 2008, e em suas alterações posteriores.

Art. 15. Os prazos de validade das licenças de pesca previstas no art. 14 da Lei estadual nº 13.025/1997, passam a vigorar com validade de 1 (um) ano, sendo necessário o recolhimento da taxa de licença prevista no art. 15 da referida Lei, anualmente, em qualquer modalidade de pesca.

Parágrafo único. Para as atividades de aquicultura, transporte e comercialização de pescado, a validade dos registros, autorizações e licenças está estabelecida em legislação própria.

Art. 16. A aplicação desta Instrução Normativa dar-se-á sem prejuízo do cumprimento das demais normas federais vigentes sobre a matéria, especialmente a Instrução Normativa Interministerial MPA/MMA nº 12/2011, a Instrução Normativa IBAMA nº 25/2009 e a Portaria IBAMA nº 50/2007, e suas alterações posteriores.

Art. 17. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

ANDRÉA VULCANIS

Secretária de Estado

Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável

ANEXO I - TAMANHOS MÍNIMOS E MÁXIMOS PERMITIDOS DE CAPTURA E CONSUMO LOCAL, POR BACIA HIDROGRÁFICA.

Bacia Hidrográfica Araguaia-Tocantins

Nome popular

Nome científico

Tamanho Mínimo

Tamanho Máximo

APAPÁ, DOURADA-DE-ESCAMA

Pellona castelnaena

40 cm

55 cm

ARUANÃ

Osteoglossum bicirrhosum

50 cm

65 cm

BARBADO

Pinirampus pirinampu

50 cm

65 cm

BICO-DE-PATO

Sorubim lima

30 cm

35 cm

BICUDA

Boulengerella cuvieri

40 cm

55 cm

CACHORRA-LARGA

Hydrolycus armatus

40 cm

55 cm

CACHORRA-FACÃO

Rhaphiodon vulpinus

35 cm

50 cm

CACHARA, SORUBIM-CACHARA

Pseudoplatystoma fasciatum

60 cm

80 cm

CORVINA, PESCADA

Plagioscion squamosissimus; Pachyurus schomburgkii

30 cm

40 cm

MANDI-PRATA

Pimelodus blochii

15 cm

20 cm

MANDUBÉ, PALMITO, BOCA-LARGA

Ageneiosus inermis

30 cm

35 cm

MATRINCHÃ

Brycon gouldingi

30 cm

35 cm

PIAU-CABEÇA-GORDA

Leporinus trifasciatus

25 cm

35 cm

PIAU-FLAMENGO

Leporinus affinis

20 cm

25 cm

PIAU-TRÊS-PINTAS

Leporinus friderici

25 cm

30 cm

PIAU-VARA

Schizodon vittatus

25 cm

30 cm

PACU

Myleus spp., Mylossoma spp., Myloplus spp.

15 cm

20 cm

PIRAPITINGA; PACU-CARANHA; CARANHA

Piaractus brachypomus

40 cm

55 cm

TABARANA; TUBARANA

Salminus hilarii

30 cm

40 cm

TRAÍRA

Hoplias aff. malabaricus

30 cm

35 cm

TUCUNARÉ-PITANGA

Cichla kelberi

30 cm

40 cm

TUCUNARÉ-AZUL

Cichla piquiti

30 cm

50 cm


Bacia Hidrográfica do Paranaíba

NOME POPULAR

Nome científico

Tamanho Mínimo

Tamanho Máximo

BARBADO

Pinirampus pirinampu

50 cm

65 cm

CACHORRA-FACÃO

Rhaphiodon vulpinus

35 cm

50 cm

MANDI-CHORÃO

Pimelodus aff. maculatus

20 cm

25 cm

PACUS

Myleus spp.

15 cm

20 cm

PACU-CARANHA

Piaractus mesopotamicus

35 cm

45 cm

PIAPARA

Leporinus elongatus

35 cm

45 cm

PIAU-FLAMENGO

Leporinus octofasciatus

20 cm

25 cm

PIAU-TRÊS-PINTAS

Leporinus friderici

25 cm

30 cm

TABARANA; TUBARANA

Salminus hilarii

30 cm

40 cm

TRAÍRA

Hoplias aff. malabaricus

30 cm

35 cm


ANEXO II - ESPÉCIES ALÓCTONES E EXÓTICAS COM CAPTURA E TRANSPORTE PERMITIDOS, POR BACIA HIDROGRÁFICA.

Bacia Hidrográfica Araguaia-Tocantins

Táxon

Nome popular

Origem/Ocorrência

CHARACIFORMES

Serrasalmidae

Híbrido (Colossoma macropomum x Piaractus brachypomum/ P. mesopotamicus)

Tambacu

Alóctone/Piscicultura

Colossoma macropomum (Cuvier, 1818)

Tambaqui

Alóctone/Piscicultura

Piaractus mesopotamicus (Holmberg, 1887)

Caranha do Paraná

Alóctone/Piscicultura

CYPRINODONTIFORMES

Poeciliidae

Poecilia reticulata Peters, 1859

Barrigudinho

Alóctone/Mosquito

Poecilia vivipara Bloch & Schneider, 1801

Barrigudinho

Alóctone/Mosquito

Xiphophorus hellerii Heckel, 1848

Espadinha

Alóctone/Aquarismo

CENTRARCHIFORMES

Centrarchidae

Micropterus salmoides (La Cepède, 1802)

black bass

Alóctone/Piscicultura

CYPRINIFORMES

Xenocyprididae

Ctenopharyngodon idella (Valenciennes, 1844)

Carpa-Capim

Exótica/Piscicultura

Hypophthalmichthys nobilis (Richardson,

1845)

Carpa-Cabeçuda

Exótica/Piscicultura

Hypophthalmichthys molitrix ( Valenciennes , 1844 )

Carpa-prateada

Exótica/Piscicultura

Cyprinidae

Cyprinus carpio Linnaeus, 1758

Carpa-comum

Exótica/Piscicultura

Carassius auratus (Linnaeus, 1758)

Carpa-colorida

Exótica/Piscicultura

Cobitidae

Misgurnus anguillicaudatus (Cantor, 1842)

Peixe-Dojo

Exótica/Piscicultura

Danionidae

Danio rerio (Hamilton,1822 )

Peixe Zebra

Exótica/Aquarismo

SILURIFORMES

Clariidae

Clarias gariepinus (Burchell, 1822)

Bagre-Africano

Exótica/Piscicultura

Ictaluridae

Ictalurus punctatus (Rafinesque, 1818)

Bagre-Americano

Exótica/Piscicultura

Pangasiidae

Pangasianodon hypophthalmus ( Sauvage , 1878 )

Panga

Exótica/Piscicultura

Pimelodidae

Pseudoplatystoma hibrido (P. reticulatum X P. corruscans)

Pintachara

Alóctone/Piscicultura

Hibrído (Pseudoplatystoma punctifer X Leiarius marmoratus)

Pintado Real

Alóctone/Piscicultura

CICHLIFORMES

Cichlidae

Coptodon rendalli (Boulenger, 1897)

Tilapia

Exótica/Piscicultura

Heterotilapia buettikoferi (Hubrecht, 1881)

Tilápia

Exótica/Piscicultura

Oreochromis niloticus (Linnaeus, 1758)

Tilapia-do-nilo

Exótica/Piscicultura

Oreochromis mossambicus ( Peters , 1852 )

Tilápia

Exótica/Piscicultura

Parachromis managuensis (Günther, 1867)

Jaguar

Exótica/Peixamento

CENTRARCHIFORMES

Centrarchidae

Micropterus salmoides (Lacepède, 1802)

black bass

Exótica/Peixamento

Lepomis macrochirus Rafinesque, 1819

Bluegill

Exótica/Aquarismo

SALMONIFORMES

Salmonidae

Oncorhynchus mykiss (Walbaum, 1792)

Truta-Arco-Íris

Exótica/Piscicultura


Bacia Hidrográfica do Paranaíba

Táxon

Nome popular

Origem/Ocorrência

CHARACIFORMES

Acestrorhynchidae

Acestrorhynchus pantaneiro Menezes, 1992

Peixe Cachorro

Alóctone/Canal de Piracema Itaipu

Anostomidae

Leporinus cf. geminis Garavello & Santos, 2009

Piau

Alóctone/Desconhecida

Leporinus tigrinus Borodin, 1929

Piau-Flamengo

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Leporinus unitaeniatus Garavello & Santos,

2009

Piau

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Megaleporinus macrocephalus (Garavello & Britski, 1988)

Piau-açu

Schizodon borellii (Boulenger, 1900)

Piau-Vara

Alóctone/Desconhecida

Acestrorhamphidae

Ctenobrycon kennedyi (Eigenmann 1903)

Piaba

Alóctone/Canal de Piracema Itaipu

Hemigrammus parana Marinho, Carvalho, Langeani & Tatsumi 2008

Piquira

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Hyphessobrycon eques (Steindachner, 1882)

Tetra/Mato Grosso

Alóctone/Aquarismo e Itaipu

Hyphessobrycon flammeus Myers, 1924

Tetra/Mato Grosso

Aquarismo

Hyphessobrycon moniliger Moreira, Lima &

Costa, 2002

Tetra/Mato Grosso

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Gymnocorymbus ternetzi (Boulenger, 1895)

Tetra/Mato Grosso

Aquarismo

Moenkhausia australis Eigenmann, 1908

Tetra

Alóctone/Aquarismo e Itaipu

Moenkhausia costae (Steindachner, 1907)

Tetra

Aquarismo

Moenkhausia cf. gracilima Eigenmann, 1908

Tetra

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Moenkhausia forestii Benine, Mariguela &

Oliveira, 2009

Tetra

Alóctone/Itaipu

Characidae

Aphyocharax anisitsi Eigenmann &Kennedy, 1903

Pequira

Alóctone/Itaipu

Odontostilbe pequira (Steindachner, 1882)

Lambari

Alóctone/Itaipu

Roeboides descalvadensis Fowler, 1932

Peixe Cadela

Alóctone/Itaipu

Charax leticiae Lucena, 1987

Peixe Cadela

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Bryconidae

Brycon amazonicus (Spix & Agassiz, 1829)

Piraputanga

Alóctone/Piscicultura

Brycon hilarii (Valenciennes, 1850)

Matrinxã

Alóctone/Piscicultura e Canal de Piracema Itaipu

Curimatidae

Cyphocharax gillii (Eigenmann & Kennedy,1903)

Saiguiru

Alóctone/Canal de Piracema Itaipu

Steindachnerina brevipinna (Eigenmann & Eigenmann, 1889)

Saiguiru

Alóctone/Canal de Piracema Itaipu

Erythrinidae

Hoplerythrinus unitaeniatus (Spix, 1892)

Jeju

Alóctone/Pesca

Erythrinus erythrinus (Bloch & Schneider, 1801)

Jeju

Alóctone/Pesca

Hemiodontidae

Hemiodus orthonops Eigenmann &Kennedy, 1903

Voador

Alóctone/Canal de Piracema

Iguanodectidae

Bryconops affinis (Günther 1864)

Piquira

Alóctone/Desconhecida

Bryconops melanurus (Bloch, 1794)

Piquira

Alóctone/Desconhecida

Triportheidae

Triportheus signatus (Garman, 1890)

Sardinha

Alóctone/Peixamento

Triportheus nematurus (Kner, 1858)

Branquinha

Alóctone/Itaipu

Stevardiidae

Bryconamericus iheringii (Boulenger, 1887)

Piquira

Alóctone/Desconhecida

Bryconamericus exodon Eigenmann, 1907

Piquira

Alóctone/Canal de Piracema Itaipu

Diapoma guarani (Mahnert & Géry, 1987)

Piquira

Alóctone/Canal de Piracema Itaipu

Knodus moenkhausii (Eigenmann & Kennedy, 1903)

Piquira

Alóctone/Desconhecida

Serrasalmidae

Híbrido (Colossoma macropomum x Piaractus brachypomum/ P. mesopotamicus)

Tambacu

Alóctone/Piscicultura

Colossoma macropomum (Cuvier, 1818)

Tambaqui

Alóctone/Piscicultura

Metynnis lippincottianus (Cope, 1870)

Pacu CD

Alóctone/Piscicultura

Mylossoma aff. duriventre (Cuvier, 1818)

Pacu-manteiga

Alóctone/Desconhecida

Pygocentrus piraya (Cuvier, 1819)

Piranha Caju

Alóctone/ São Francisco

Serrasalmus geryi Jégu & Santos, 1988

Piranha preta

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Serrasalmus marginatus Valenciennes, 1837

Pirambeba

Alóctone/Itaipu

CLUPEIFORMES

Dorosomatidae

Platanichthys platana (Regan, 1917)

Majuinha

Alóctone/Itaipu

CYPRINODONTIFORMES

Poeciliidae

Poecilia reticulata Peters, 1859

Barrigudinho

Alóctone/Mosquito

Poecilia vivipara Bloch & Schneider, 1801

Barrigudinho

Alóctone/Mosquito

Xiphophorus hellerii Heckel, 1848

Espadinha

Alóctone/Aquarismo

CENTRARCHIFORMES

Centrarchidae

Micropterus salmoides (La Cepède, 1802)

black bass

Alóctone/Piscicultura

CYPRINIFORMES

Xenocyprididae

Ctenopharyngodon idella (Valenciennes, 1844)

Carpa-Capim

Exótica/Piscicultura

Hypophthalmichthys nobilis (Richardson,

1845)

Carpa-Cabeçuda

Exótica/Piscicultura

Hypophthalmichthys molitrix ( Valenciennes , 1844 )

Carpa-prateada

Exótica/Piscicultura

Cyprinidae

Cyprinus carpio Linnaeus, 1758

Carpa-comum

Exótica/Piscicultura

Carassius auratus (Linnaeus, 1758)

Carpa-colorida

Exótica/Piscicultura

Cobitidae

Misgurnus anguillicaudatus (Cantor, 1842)

Peixe-Dojo

Exótica/Piscicultura

Danionidae

Danio rerio ( Hamilton , 1822 )

Peixe Zebra

Exótica/Aquarismo

GYMNOTIFORMES

Apteronotidae

Apteronotus albifrons (Linnaeus, 1766)

Ituí

Alóctone/Itaipu

Apteronotus caudimaculosus Santana, 2003

Itui

Alóctone/Itaipu

Gymnotidae

Gymnotus paraguensis Albert & Crampton,

2003

Sarapó

Alóctone/Canal de Piracema

Gymnotus pantanal Fernandes, Albert, Daniel-

Silva, Lopes, Crampton & Almeida-Toledo,

2005

Sarapó

Alóctone/Canal de Piracema e Isca viva

Hypopomidae

Brachyhypopomus gauderio Giora &

Malabarba, 2009

Tuvirão

Alóctone/Canal de Piracema e Isca viva

Rhamphichthyidae

Gymnorhamphichthys britskii Carvalho,

Ramos & Albert, 2011

Tuvira-bicuda

Alóctone/Itaipu

Rhamphichthys hahni (Meinken, 1937)

Tuvira-bicuda

Alóctone/Itaipu

MYLIOBATIFORMES

Potamotrygonidae

Potamotrygon amandae Loboda & Carvalho, 2013

Arraia

Alóctone/Itaipu

Potamotrygon falkneri Castex & Maciel, 1963

Arraia

Alóctone/Itaipu

OSTEOGLOSSIFORMES

Arapaimidae

Arapaima gigas (Schinz, 1822)

Pirarucu

Alóctone/Piscicultura

SILURIFORMES

Auchenipteridae

Ageneiosus militaris Valenciennes, 1835

Mandubé

Alóctone/Itaipu

Ageneiosus ucayalensis Castelnau, 1855

Mandubé

Alóctone/Itaipu

Callichthyidae

Corydoras nattereri Steindachner, 1876

Coridora

Alóctone/Aquarismo

Lepthoplosternum pectorale (Boulenger, 1895)

Tamboatá

Alóctone/Itaipu

Megalechis picta (Müller & Troschel, 1848)

Tamboatá

Alóctone/Desconhecida

Clariidae

Clarias gariepinus (Burchell, 1822)

Bagre-Africano

Exótica/Piscicultura

Doradidae

Pterodoras granulosus (Valenciennes, 1821)

Abotoado

Alóctone/Itaipu

Platydoras armatulus (Valenciennes, 1840)

Abotoado

Alóctone/Itaipu

Heptapteridae

Heptapterus mustelinus (Valenciennes, 1835)

Bagrinho

Alóctone/Itaipu

Ictaluridae

Ictalurus punctatus (Rafinesque, 1818)

Bagre-Americano

Exótica/Piscicultura

Loricariidae

Hypostomus cochliodon Kner, 1854

Cascudo

Alóctone/Itaipu

Hypostomus commersonii Valenciennes, 1836

Cascudo

Alóctone/Itaipu

Hypostomus ternetzi (Boulenger, 1895)

Cascudo

Alóctone/Itaipu

Hypostomus faveolus Zawadzki, Birindelli & Lima, 2008

Cascudo

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Hypostomus plecostomus (Linnaeus, 1758)

Cascudo

Alóctone/Desconhecida

Loricariichthys platymetopon Isbrücker & Nijssen 1979

Cascudo Viola

Alóctone/Itaipu

Loricariichthys rostratus Reis & Pereira, 2000

Cascudo Viola

Alóctone/Itaipu

Pterygoplichthys ambrosettii (Holmberg, 1893)

Cascudo Angola

Alóctone/Itaipu

Pterygoplichthys joselimaianus (Weber, 1991)

Cascudo Angola

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Pangasiidae

Pangasianodon hypophthalmus ( Sauvage , 1878 )

Panga

Exótica/Piscicultura

Pimelodidae

Leiarius marmoratus (Gill, 1870)

Jundiá-Amazônico

Alóctone/Piscicultura

Phractocephalus hemioliopterus (Bloch &

Schneider, 1801)

Pirarara

Alóctone/Desconhecida

Pimelodus mysteriosus Azpelicueta, 1998

Mandí

Alóctone/Itaipu

Pimelodus ornatus Kner, 1858

Mandí-Cabeçudo

Alóctone/Itaipu

Pseudoplatystoma reticulatum Eigenmann & Eigenmann, 1889

Cachara

Alóctone/Piscicultura

Pseudoplatystoma hibrido (P. reticulatum X P. corruscans)

Pintachara

Alóctone/Piscicultura

Hibrído (Pseudoplatystoma punctifer X Leiarius marmoratus)

Pintado Real

Alóctone/Piscicultura

Sorubim lima (Bloch & Schneider, 1801)

Bico-de-pato

Alóctone/Desconhecida

CICHLIFORMES

Cichlidae

Aequidens plagiozonatus Kullander, 1984

Acará

Alóctone/Aquarismo

Apistogramma commbrae (Regan, 1906)

Acará

Alóctone/Aquarismo

Astronotus ocellatus (Agassiz, 1831)

Oscar

Alóctone/Piscicultura

Cichla kelberi Kullander & Ferreira, 2006

Tucunaré Borboleta

Alóctone/Pesca

Cichla pinima Kullander &Ferreira, 2006

Pinima

Alóctone/Pesca

Cichla piquiti Kullander & Ferreira, 2006

Tucunaré Azul

Alóctone/Pesca

Coptodon rendalli (Boulenger, 1897)

Tilápia

Exótica/Piscicultura

Crenicichla niederleinii (Holmberg, 1891)

Jacundá

Alóctone/Desconhecida

Crenicichla semifasciata (Heckel, 1840)

Jacundá

Alóctone/Aquarismo

Geophagus proximus (Castelnau, 1855)

Acará

Alóctone/Piscicultura

Geophagus sveni Lucinda, Lucena & Assis, 2010

Acará

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Heterotilapia buettikoferi (Hubrecht, 1881)

Tilápia

Exótica/Piscicultura

Laetacara araguaiae Ottoni & Costa, 2009

Acará

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Oreochromis niloticus (Linnaeus, 1758)

Tilapia-do-nilo

Exótica/Piscicultura

Parachromis managuensis (Günther, 1867)

Jaguar

Exótica/Peixamento

Satanoperca setepele Ota, Deprá, Kullander, Graça & Pavanelli 2022

Acará-Perca

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Heros notatus (Jardine, 1843)

Acará-Severo

Alóctone/Aquarismo

CENTRARCHIFORMES

Centrarchidae

Micropterus salmoides (Lacepède, 1802)

black bass

Exótica/Peixamento

Lepomis macrochirus Rafinesque, 1819

Bluegill

Exótica/Aquarismo

SALMONIFORMES

Salmonidae

Oncorhynchus mykiss (Walbaum, 1792)

Truta-Arco-Íris

Exótica/Piscicultura

ACHANTHURIFORMES

Sciaenidae

Plagioscion squamosissimus (Heckel, 1840)

Corvina

Alóctone/Peixamento


Bacia Hidrográfica do São Francisco

Táxon

Nome popular

Origem/Ocorrência

CHARACIFORMES

Anostomidae

Megaleporinus macrocephalus (Garavello & Britski, 1988)

Piau-açu

Alóctone/Piscicultura

Bryconidae

Brycon amazonicus (Spix & Agassiz, 1829)

Piraputanga

Alóctone/Piscicultura

Brycon gouldingi Lima 2004

Piabanha

Alóctone/Desconhecida

Brycon hilarii (Valenciennes, 1850)

Matrinxã

Alóctone/Piscicultura e Canal de Piracema Itaipu

Erythrinidae

Hoplias cf. lacerdae Ribeiro, 1908

Trairão

Alóctone/Piscicultura

Prochilodontidae

Prochilodus brevis Steindachner, 1874

Curimbatá

Alóctone/Peixamento

Prochilodus lineatus (Valenciennes, 1837)

Curimbatá

Alóctone/Peixamento

Serrasalmidae

Híbrido (Colossoma macropomum x Piaractus brachypomum/ P. mesopotamicus)

Tambacu

Alóctone/Piscicultura

Colossoma macropomum (Cuvier, 1818)

Tambaqui

Alóctone/Piscicultura

Metynnis lippincottianus (Cope, 1870)

Pacu CD

Alóctone/Piscicultura

Piaractus mesopotamicus (Holmberg, 1887)

Caranha

Alóctone/Piscicultura

CYPRINODONTIFORMES

Poeciliidae

Poecilia reticulata Peters, 1859

Barrigudinho

Alóctone/Mosquito

Poecilia vivipara Bloch & Schneider, 1801

Barrigudinho

Alóctone/Mosquito

Xiphophorus hellerii Heckel, 1848

Espadinha

Alóctone/Aquarismo

CENTRARCHIFORMES

Centrarchidae

Micropterus salmoides (La Cepède, 1802)

black bass

Alóctone/Piscicultura

CYPRINIFORMES

Xenocyprididae

Ctenopharyngodon idella (Valenciennes, 1844)

Carpa-Capim

Exótica/Piscicultura

Hypophthalmichthys nobilis (Richardson,

1845)

Carpa-Cabeçuda

Exótica/Piscicultura

Hypophthalmichthys molitrix ( Valenciennes , 1844 )

Carpa-prateada

Exótica/Piscicultura

Cyprinidae

Cyprinus carpio Linnaeus, 1758

Carpa-comum

Exótica/Piscicultura

Carassius auratus (Linnaeus, 1758)

Carpa-colorida

Exótica/Piscicultura

Cobitidae

Misgurnus anguillicaudatus (Cantor, 1842)

Peixe-Dojo

Exótica/Piscicultura

Danionidae

Danio rerio ( Hamilton , 1822 )

Peixe Zebra

Exótica/Aquarismo

OSTEOGLOSSIFORMES

Arapaimidae

Arapaima gigas (Schinz, 1822)

Pirarucu

Alóctone/Piscicultura

SILURIFORMES

Clariidae

Clarias gariepinus (Burchell, 1822)

Bagre-Africano

Exótica/Piscicultura

Ictaluridae

Ictalurus punctatus (Rafinesque, 1818)

Bagre-Americano

Exótica/Piscicultura

Loricariidae

Pterygoplichthys ambrosettii (Holmberg, 1893)

Cascudo Angola

Alóctone/Itaipu

Pterygoplichthys joselimaianus (Weber, 1991)

Cascudo Angola

Alóctone/Tocantins-Araguaia

Pangasiidae

Pangasianodon hypophthalmus ( Sauvage , 1878 )

Panga

Exótica/Piscicultura

Pimelodidae

Leiarius marmoratus (Gill, 1870)

Jundiá-Amazônico

Alóctone/Piscicultura

Phractocephalus hemioliopterus (Bloch & Schneider, 1801)

Pirarara

Alóctone/Desconhecida

Pseudoplatystoma reticulatum Eigenmann & Eigenmann, 1889

Cachara

Alóctone/Piscicultura

Pseudoplatystoma hibrido (P. reticulatum X P. corruscans)

Pintachara

Alóctone/Piscicultura

Hibrído (Pseudoplatystoma punctifer X Leiarius marmoratus)

Pintado Real

Alóctone/Piscicultura

Sorubim lima (Bloch & Schneider, 1801)

Bico-de-pato

Alóctone/Desconhecida

CICHLIFORMES

Cichlidae

Astronotus ocellatus (Agassiz, 1831)

Oscar

Alóctone/Piscicultura

Cichla kelberi Kullander & Ferreira, 2006

Tucunaré Borboleta

Alóctone/Pesca

Cichla temensis Humboldt, 1821

Tucunaré

Alóctone/Pesca

Cichla piquiti Kullander & Ferreira, 2006

Tucunaré Azul

Alóctone/Pesca

Coptodon rendalli (Boulenger, 1897)

Tilapia

Exótica/Piscicultura

Heterotilapia buettikoferi (Hubrecht, 1881)

Tilápia

Exótica/Piscicultura

Oreochromis niloticus (Linnaeus, 1758)

Tilapia-do-nilo

Exótica/Piscicultura

Parachromis managuensis (Günther, 1867)

Jaguar

Exótica/Peixamento

CENTRARCHIFORMES

Centrarchidae

Micropterus salmoides (Lacepède, 1802)

black bass

Exótica/Peixamento

Lepomis macrochirus Rafinesque, 1819

Bluegill

Exótica/Aquarismo

SALMONIFORMES

Salmonidae

Oncorhynchus mykiss (Walbaum, 1792)

Truta-Arco-Íris

Exótica/Piscicultura

ACHANTHURIFORMES

Sciaenidae

Plagioscion squamosissimus (Heckel, 1840)

Corvina

Alóctone/Peixamento

Plagioscion auratus (Castelnau, 1855)

Corvina

Alóctone/Peixamento