Balança comercial tem superávit de US$362 milhões na primeira semana de agosto


7 ago 2018 - Comércio Exterior

Gestor de Documentos Fiscais

Na primeira semana de agosto de 2018, com três dias úteis, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 362 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 2,415 bilhões e importações de US$ 2,052 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 138,874 bilhões e as importações, US$ 104,476 bilhões, com saldo positivo de US$ 34,398 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias da 1ª semana de agosto de 2018 (US$ 804,9 milhões) com a de agosto de 2017 (US$ 846,6 milhões), houve queda de 4,9%, em razão da redução nas vendas de produtos manufaturados (-13,9%), por conta de óxidos e hidróxidos de alumínio, automóveis de passageiros, açúcar refinado, tratores, veículos de carga, e de semimanufaturados (-3,5%),principalmente produtos semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, couros e peles, zinco em bruto, manteiga, gordura e óleo de cacau.

Por outro lado, cresceram as vendas de produtos básicos (5,7%), puxadas por petróleo em bruto, minério de manganês, soja em grãos, bovinos vivos, fumo em folhas. Relativamente a julho de 2018, houve queda de 22,6%, em virtude da diminuição nas vendas de produtos básicos (-30,1%), de 590 milhões para US$ 412,5 milhões, e manufaturados (-17,5%), de US$ 330 milhões para US$ 272,1 milhões, enquanto aumentaram as vendas de produtos semimanufaturados (7,1%), de US$ 109,4 milhões para US$ 117,2 milhões.

Nas importações, a média diária da 1ª semana de agosto deste ano, de US$ 684,1 milhões, ficou 13,4% acima da média de agosto do ano passado (US$ 603,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com siderúrgicos (74,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (39,7%), equipamentos mecânicos (23,5%), adubos e fertilizantes (20%), veículos automóveis e partes (20%). Na comparação com julho de 2018, houve queda nas importações de 19,3%, pela diminuição em combustíveis e lubrificantes (-29,5%), farmacêuticos (-13,6%), extratos tanantes e corantes (-13,5%), instrumentos de ótica e precisão (-5,8%) e veículos automóveis e partes (-5,7%).


Fonte: MDIC